Não jogo o tarot todos os dias, mas quando jogo ele sempre me ajuda muito.
E antes que alguém diga que "os de site não são confiáveis", depende. Se no site você tem todo um cadastro, tem seu mapa astral lá, um questionário sobre sua rotina e sobre sua personalidade, eu acho bem válido.
Ainda mais quando não se tem uma vizinha que saiba ler as cartas pra você.
Eu sei. Mas na fase que estou, só conseguiria interpretar o lado ruim e negativo delas. Prefiro me abster.
Minhas últimas 3 jogadas, escolhi a mesma carta: 5 de ouros
Diz que eu devo aceitar as perdas e que nem sempre a gente acaba ganhando. Que eu preciso encarar as mudanças como parte de aprendizado, e tirar lições disso.
Se algo está errado, eu tenho que ver o que é aceitar e mudar.
Ficar parado se lamentando não adianta nada.
terça-feira, 10 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Esvaziar a mente.
Minto pra mim mesma, apago todos os pensamentos
os desejos, os sonhos.
Esqueço as vontades, as idéias e ideais.
Não faço parte desse mundo, dessa época.
Não faço mais parte de mim mesma.
Esqueci-me. Perdi-me em algum momento que não me lembro.
Olho no espelho, no fundo dos meus olhos e não me reconheço.
Quando foi que parei de me permitir? Quando foi que parei de brigar por aquilo que acho justo?
Em qual momento comecei a abaixar a cabeça e aceitar tudo que me é imposto?
Não sou pra esse mundo.
Não é crise.
Estou apenas colocando os pensamentos e sentimentos em ordem. Tentando acalmar o turbilhão de palavras que passeiam por mim, sem nexo.
O único pequeno momento que me sinto viva, é quando fechos os olhos e danço.
Doí saber disso. Doí escrever isso.
Toda tristeza, angústia e decepção (comigo mesma) transbordam, e lágrimas passeiam por meu rosto.
E num pequeno instante eu me permito revelar-me.
Enxugo as lágrimas, pinto um sorriso e continuo me movendo.
Minto pra mim mesma, apago todos os pensamentos
os desejos, os sonhos.
Esqueço as vontades, as idéias e ideais.
Não faço parte desse mundo, dessa época.
Não faço mais parte de mim mesma.
Esqueci-me. Perdi-me em algum momento que não me lembro.
Olho no espelho, no fundo dos meus olhos e não me reconheço.
Quando foi que parei de me permitir? Quando foi que parei de brigar por aquilo que acho justo?
Em qual momento comecei a abaixar a cabeça e aceitar tudo que me é imposto?
Não sou pra esse mundo.
Não é crise.
Estou apenas colocando os pensamentos e sentimentos em ordem. Tentando acalmar o turbilhão de palavras que passeiam por mim, sem nexo.
O único pequeno momento que me sinto viva, é quando fechos os olhos e danço.
Doí saber disso. Doí escrever isso.
Toda tristeza, angústia e decepção (comigo mesma) transbordam, e lágrimas passeiam por meu rosto.
E num pequeno instante eu me permito revelar-me.
Enxugo as lágrimas, pinto um sorriso e continuo me movendo.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
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